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Quanto custa um site para dentista?

O preço de entrada é o número mais fácil de comparar — mas não é o mais relevante. A pergunta que importa é outra: depois de pagar por dois anos, o que a clínica tem de ativo?

·4 min·Equipe Candea

O custo de um site para dentista varia conforme o modelo: um perfil em marketplace cobra mensalidade recorrente sem que a clínica possua nada; um site feito num construtor de templates tem entrada mais baixa, mas custo oculto em tempo e limitações de captação; e um site próprio tem investimento maior e entrega um ativo que compõe com o tempo. A pergunta mais útil não é o preço de entrada, e sim o que sobra para a clínica depois de pagar.

O que entra no custo de um site para dentista

Antes de comparar preços, vale entender o que você está comprando. Um endereço na internet não é tudo — um site que capta paciente precisa fazer três coisas ao mesmo tempo: aparecer no Google quando alguém busca por dentista na região, transmitir confiança na primeira visita e ter um caminho fácil para o paciente entrar em contato. Nem todo modelo entrega os três juntos.

Perfil em marketplace (Doctoralia e similares)

A mensalidade de uma plataforma de saúde coloca a clínica diante de quem já está procurando — essa é a maior vantagem do modelo. Mas é uma visibilidade alugada: enquanto a assinatura está ativa, você aparece; quando ela para, você some. Na mesma página, o paciente vê a sua clínica ao lado dos concorrentes do bairro, ranqueados pelas regras da plataforma. O relacionamento com o paciente — o histórico, as avaliações, o contato — fica dentro do marketplace, não com a clínica.

Como canal de descoberta complementar, pode ter valor. Como base única da presença digital, não deixa nenhum ativo nas mãos da clínica.

Site em construtor de templates (Wix, Squarespace e similares)

A entrada é mais baixa, mas o custo real aparece depois. Configurar SEO local, garantir a identificação obrigatória do responsável técnico, integrar captação de lead — tudo isso exige atenção constante do dono ou da equipe. Um construtor de templates deixa a clínica de gerente de TI e de marketeiro ao mesmo tempo. O resultado costuma ter cara de template e captação de contato incompleta.

Funciona como cartão de visitas digital. Para uma clínica que quer captar paciente de fato, acaba sendo necessário refazer mais cedo ou mais tarde.

Site próprio construído para a clínica

O investimento inicial é maior. O que é diferente é o que o modelo entrega: a marca é da clínica, o domínio é da clínica, e tudo o que se acumula — autoridade no Google, leads, histórico de contatos — fica com a clínica. É o único dos três modelos em que o dono está construindo um ativo próprio.

Para uma clínica odontológica, um site próprio bem construído já traz integrado:

  • <strong>SEO local</strong> estruturado para aparecer nas buscas da região — entenda mais em <a href="/blog/seo-local-para-clinicas-odontologicas">SEO local para clínicas odontológicas</a>.
  • <strong>Captação de lead</strong> integrada: o contato é registrado antes de abrir o WhatsApp, então nenhum paciente se perde no caminho.
  • <strong>Identificação do responsável técnico</strong> já no lugar — nome, CRO e registro da clínica visíveis, conforme exigência do <a href="/blog/dados-obrigatorios-na-divulgacao-da-clinica">Código de Ética do CFO</a>.

O que considerar antes de decidir pelo preço

O preço de entrada é o número mais fácil de comparar — e raramente o mais relevante. Perguntas mais úteis antes de escolher:

  • Depois de 2 anos pagando, o que a clínica tem de ativo?
  • Quantas horas por mês o dono (ou a equipe) vai gastar mantendo isso no ar?
  • O modelo capta lead ou apenas coloca informação na internet?
  • A identificação do responsável técnico está visível e consistente — em todos os canais? (Exigência do CFO que o modelo não pode deixar de fora.)

Para entender as diferenças em mais detalhe, o post site próprio, perfil alugado ou template compara os três modelos lado a lado pelo que cada um deixa nas mãos da clínica.

Como a Candea funciona

A Candea constrói o site próprio da clínica com a captação, o SEO local e a identificação do responsável técnico já no lugar — feito sob medida para a clínica, sem cara de template e sem o tempo do dono. Em vez de pedir que você confie no discurso, a gente mostra: peça uma demonstração gratuita do site da sua clínica e veja como ele fica antes de qualquer decisão.

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Perguntas frequentes

Qual o preço de um site para dentista?
O preço varia conforme o modelo. Perfis em marketplace cobram mensalidade recorrente sem que a clínica possua nada. Construtores de template têm entrada menor mas custo oculto em tempo e limitações de SEO. Sites próprios têm investimento maior e entregam um ativo da clínica — marca, domínio e captação próprias. A comparação mais útil não é o valor mensal, mas o que sobra para a clínica depois de 2 anos.
Preciso de um site próprio ou um perfil no Doctoralia resolve?
Depende do objetivo. Um perfil em marketplace é útil como canal complementar — coloca a clínica diante de quem já busca. O cuidado é não fazer dele a única presença: a visibilidade é alugada (some quando a assinatura para) e o relacionamento com o paciente fica na plataforma. Para construir marca e captação próprias, um site próprio é o caminho.
O site de dentista precisa mostrar o CRO do responsável técnico?
Sim. O Código de Ética do CFO exige a identificação do responsável técnico (nome e número de CRO) e o registro da clínica, de forma visível e consistente em todos os canais de divulgação — incluindo o site. Um site próprio bem construído já nasce com essa identificação no lugar.
Faz sentido criar o site no Wix para começar?
Para ter alguma presença no ar rapidamente, pode ser um ponto de partida. A limitação aparece no SEO local (difícil de configurar bem), na captação de lead (raramente bem integrada) e no tempo que o dono passa mantendo tudo. Para uma clínica que quer crescer, a tendência é ter que refazer mais cedo ou mais tarde.

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